quinta-feira, 17 de abril de 2008

Objection!

É muito difícil encontrar um gamer que nunca jogou um adventure. Sim, adventures, point & click games, aqueles joguinhos de "falar com todo mundo, examinar tudo quanto é canto e permutar seu inventário com os personagens pra avançar no jogo", er... admita, você já fez isso. Exemplos memoráveis são os jogos da Lucas Arts (eles fizeram praticamente todos... Monkey Island, Sam and Max, Grim Fandango, The Dig, Indiana Jones, Full Throttle...), as séries Myst, Gabriel Knight, Broken Sword, etc.


FMV extraída do jogo


É um gênero que já teve seus altos e baixos como qualquer outro: era bastante expressivo no final da década de 80 com Maniac Mansion e Day of the Tentacle (quando socar mil diálogos na tela com uma imagem estática de fundo era um excelente jogo), ressurgiu com os kits multimídia e jogos como Syberia e Phantasmagoria que utilizavam cenas filmadas como diferencial, e influenciou decisivamente na criação dos Survival Horror que tanto jogamos com Alone in the Dark, Resident Evil, Dino Crisis, etc.


Animações Random


Atualmente os adventures passam por uma excelente fase graças aos muitos jogos que têm saído, sobretudo para NDS e, mais recentemente, para Wii. Pode-se dizer que é tudo graças aos recursos que os dois consoles oferecem, algo muito próximo do mouse e teclado que até então tornavam os jogos praticamente exclusivos aos computadores. E é justamente de um jogo desse gênero que eu falarei ("ué, ainda não começou?" :O).



Phoenix Wright, ou Gyakuten Saiban no Japão, foi lançado originalmente para GBA já há algum tempo e continua recebendo novos episódios até hoje, já contando com quatro jogos, sendo os três primeiros para GBA (Phoenix Wright: Attorney at Law, Phoenix Wright: Justice for All e Phoenix Wright: Trials and Tribulations), e remakes dos três primeiros, mais um inédito pro NDS (Apollo Justice: Ace Attorney, que saiu este ano) e uma nova série recém anunciada (Miles Edgeworth: Perfect Prosecutor).


Bota na cabeça!


Você é Phoenix Wright, um advogado de defesa, e deve, bem, obter o veredito inocente para seus clientes. Para isso você precisará obter evidências, ouvir testemunhas, examinar o local do crime e, claro, gritar "Objection!" na corte várias vezes, hehe. Na verdade, pelo menos na versão de NDS, você realmente fala "Objection!", "Take that!" (quando apresenta uma evidência) e "Hold it" (quando pressiona uma testemunha) e o jogo reconhece. A história gira em torno de Phoenix, ou Nick pros íntimos, que é um advogado recém-formado ainda sob orientação de Mia Fey, a dona do escritório de advocacia. Aos poucos novos personagens são introduzidos, amigos e rivais de Nick. Cada caso é um caso (literalmente), mas uma história é construída sutilmente do começo ao fim, resultando no último caso onde vários elementos de todos os casos anteriores são relacionados. A versão de DS ainda inclui um caso bônus, onde as evidências podem ser examinadas sob diferentes ângulos, girando-as e aproximando-se com zoom. Por exemplo, a primeira evidência deste caso é uma carteira, examinando-a melhor você abre a mesma e descobre a identidade do dono.


Um pouco de Jazz


O jogo em si é muuuuito simples, gráficos sem grandes atrativos, talvez exceto pela semelhança a animes e artworks inusitadas; música muitas vezes ausente, exceto em partes-chave como o julgamento (aqui a música é realmente rox); e jogabilidade baseada em menus, sim, menus. Pra falar a verdade, o jogo é basicamente ler texto, o que pode ser pra maioria um tédio total e irão parar jogar nos primeiros 5 minutos. No entanto, há quem goste desse tipo de jogo, ou que simplesmente queira dar um tempo no "mais do mesmo" que impera atualmente.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Juntando-se à horda

Assim como nosso excelente piadista MaDZ, sou mais um oriundo da putrefada RPG-A que aceitou a oferta do Spider (que possivelmente estava bêbado no momento que fez o convite)



Meus posts provavelmente serão sobre coisas nerds como quadrinhos, livros, cinema ou jogos. Talvez alguma outra trivialidade desinteressante que eu não consigo imaginar no momento.

Infelizmente não tenho nenhuma proeza ou truque para chamar atenção no momento. Mas um dia aprendo a dar uma cambaolhota para trás enquanto cantarolo a música tema do antigo seriado do Batman.

E todas minhas fotos são NWS, então tentem pensar em algo fofinho no lugar.

Quando teremos uma cauda?

Depois da tentativa de nos darem o gostinho dos poderes dos nossos heróis mais rápidos, fortes, engraçados e loiros, surge uma nova esperança.

É pessoal...saiu um novo MOD de Dragon Ball chamado Dragon Ball Source.

"WTF?!? Source?? Quer dizer que agora fizeram Dragon Ball pra engine do Half Life 2???"

O rly?? Como será que você descobriu?

Depois de 3 anos aguardando(pelo menos eu) da PreKnow, o MOD "jogável" finalmente saiu ontem.


  • Para a nossa tristeza o MOD que era SinglePlayer agora é Multiplayer.
  • Cada personagem têm o seu set específico de ataques, diferente daquela palhaçada genérica do Earth Special Forces onde todo mundo tinha 2 ataques diferentes e o resto igual.
  • Inicialmente existem 2 modos de jogo: "King of the Hill" e "Capture of the Dragonballs"
  • A Saga dos Sayajins(Singleplayer) que estava sendo desenvolvida para este MOD foi separada em um pacote diferente que está disponível para download.
  • Os time de desenvolvimento do MOD anunciou que a Saga de Freeza(Singleplayer) terá novos personagens e mapas. O foco principal das mudanças no próximo release será nas transformações. A lista dos personagens dessa saga não foram decididos ainda, mas serão por volta de 15 à 20.
Segue um vídeo dos nossos "amecuxos" brincando na versão 0.1.3:


Quem quiser entrar na brincadeira também pode baixar o MOD do site oficial: Dragon Ball Source v 0.1.4

SRAMU DANKU PWNZ


Sramu Danku, vulgo Slam Dunk, é um mangá sobre basquete criado por Takehiko Inoue, mangaká que até hoje enrola para dar continuidade ao excelente Vagabond.

Slam Dunk tem como protagonista Hanamichi Sakuragi, um bad boy cuja capacidade de conquistar garotas é notável... pelo seu fracasso. Entre foras e confusões com sua gangue, Hanamichi acaba conhecendo Haruko-san, uma adorável garota pela qual ele imediatamente se apaixona. Haruko pergunta para Sakuragi se ele gosta de basquete, e este para tentar impressioná-la se autoproclama gênio do esporte.

Ele, então, se alista para o time de basquete do colégio Shohoku que é capitaneado por Takenori Akagi (já havia brigado com ele antes), irmão mais velho de Haruko, um gigante de quase dois metros que é "carinhosamente" apelidado de Gori, uma alusão a gorila. Além dele, outro novato, Rukawa (craque do basquete) se inscreve para o time. O problema todo é que Haruko e a maioria das outras meninas do colégio são apaixonadas por Rukawa e por conta disso Sakuragi o detesta, sendo seu maior rival.

Outros personagens relevantes são: Anzai, o técnico do time; Ryota, armador do time; Mitsui, também do time; Ayako, a ajudante do treinador; e os grandes amigos de Sakuragi: Mito, Noma, Ohkusu e Takamiya.

Ainda não comentei que Sakuragi é péssimo no basquete, capaz de dar cabeçadas na tabela ao tentar fazer uma cesta, dar enterradas na cabeça de adversários. Entretanto, não lhe falta força de vontade e com o passar do tempo e com muito treino ele acaba se aprimorando e se tornando peça-chave do time como rei do rebote e demonstrando uma garra inigualável.

Em suma, o mangá é isso, uma história de superação, emocionante, com muito bom humor (várias e várias passagens hilárias) que vale muito a pena ser comprado. Ele já terminou de ser publicado aqui no Brasil, com uma excelente qualidade pela editora Conrad e é composto de 31 volumes de aproximadamente 200 páginas no valor de R$9,90. No Japão, a série chegou a alcançar 100 milhões de exemplares vendidos.

Ele também foi adaptado para anime com 101 episódios e 4 OVAS com interlúdios em relação à saga. Esses episódios não acompanham o mangá até o fim, indo um pouco além do meio da história.

MaDZ...BLZ?

Well, well...


Spiddo cometeu a loucura de me convidar a postar aqui nesse blog e exigiu que eu me apresentasse, mas tem um grande problema: sou uma merda pra fazer esse tipo de coisa.
Sendo assim, vou simplificar as coisas...

Gosto muito de games, mangás, animes, HQs, música, desde MPB até metal (Blind Guardian ROCKA tudo). Curto muito ler e outras coisas mais que vocês irão descobrir ao longo de minhas postagens... ou não.

Também contribui durante um tempo no grande site RPG-Aqui (onde conheci o Spidood).

Dentre minhas proezas está conseguir fazer minha namorada gostar de jogar videogames =] e minha capacidade de sempre fazer piadas de excelente qualidade.

Como não poderia faltar, segue minha foto em um ângulo bem favorável:

segunda-feira, 14 de abril de 2008

So...Death Knights?

O que sabemos até agora sobre a única hero class até agora anunciada para a próxima expansão do WoW? Neste post estarei enumerando algumas das informações mais pertinentes já liberadas pela Blizzard sobre essa nova classe que muitos já almejam:

1.Como criar?

Death Knights, diferente de outras classes, não estarão disponíveis logo de cara, para obter o direito de criar um será necessário completar uma quest que introduzirá o lore e fornecerá explicações sobre o porque estes guerreiros da Scourge resolveram mudar de lado e lutar contra seu mestre(Arthas Menethil, The Lich King).

Acreditava-se que a quest de criação seria obtida no lvl 80, mas um blue post (post de gm no fórum da blizz) desmentiu isso, falando que uma quest neste lvl faria com que todos os jogadores “rushasem” seus personagens até o lvl 80 só para criar um DK, ignorando toda a história e fazendo muitos desistirem de continuar jogando WoW na expansão. Também foi informado que a quest deve estar entre os lvls 50 e 60, e o DK virá neste mesmo lvl quando criado (acredita-se 55), o que é mais lógico, pois em toda classe é necessário que haja um período de aprendizado sobre suas potencialidades e fraquezas (por isso sabemos quando um lvl 70 comprou o char).

Existem rumores que a starting área seria dentro da instancia Stratholme, aonde o jogador deveria aprender a usar sua skills para sair de dentro de la (isto deve envolver muito CC e summons para conseguir sair do meio daquele inferno xD), mas nada disso foi confirmado.

2.Class Role

Como já definido deste de seu anuncio, Death Knights serão uma classe híbrida que pode desempenhar o papel de tank e dps. Com isto o jogo contará com 4 classes que podem desempenhar papel de tank, mas diferente de warriors e paladinos, um DK não utiliza um escudo para tankar(druidas tambem não,mas eles tem uma boa percentagem de Dodge que ajuda bem), mas sim two hand ou dual wielded weapons. Já foram feitas mudanças no ultimo patch para tornar este tipo de tank possível, pois em sun well island não existem mobs capazes de dar crushing blows,similares a criticals, mas só ocorrem quando o mob é pelomenos 3 leveis acima do tank(boss fights principalmente), só que isto pode ser mitigado quando o tank possui a soma dos atributos parry, dodge e block maior que 85%) o que mostra a tendência de que estes sejam retirados do jogo para a entrada deste novo tipo de tank.

3.Mana, rage ou energy?

Diferente das outras classes, Death Knights usarão um sistema de habilidades totalmente diferente dos outros, o sistema de runas.

Antes de toda batalha ele deve “esculpir” em sua arma até 6 runas dentre 3 tipos, estes sendo: blood(para dps), frost(Crowd Control) e unholy(Dots e debuffs).Qualquer combinação pode ser feita, respeitando o limite de 6 runas, e apesar de serem usadas como “reagente” para spells e skills, elas possivelmente se tornaram ativas dinovo no decorrer das batalhas (igual energy, só que mais devagar)

4.Spells e skills

Como todos já esperam, muitos dos spells de warcraft3 e warcraft2 devem estar presentes no arsenal de spells e skills do Death Knight, como: death and decay(que já está presente no jogo como um aoe com dano baseado na vida total de quem é afetado utilizado por alguns mobs), Death Coil(apesar de já ser uma magia de warlock, ela pode estar presente mas com outro nome) e Army of the Dead(Summona undeads para ajudar o DK durante um certo tempo). Outros spells já citados pela Blizzard são Unholy Embrace, um debuff que nega todo healing e o transforma em dano alem de consumir qualquer magical shield no target, e Blood Boil que é um tipo Dot que ao final de sua duração retorna 2 blood runes.



E isto é tupo que se sabe até agora(pelomenos que eu sei, se alguém souber mais alguma coisa que seja confirmada por alguma fonte confiável me avise). Ficarei de olho para mais coisas que forem surgindo, ainda mais agora que já se sabe da existência de uma versão alpha.