FMV extraída do jogo
É um gênero que já teve seus altos e baixos como qualquer outro: era bastante expressivo no final da década de 80 com Maniac Mansion e Day of the Tentacle (quando socar mil diálogos na tela com uma imagem estática de fundo era um excelente jogo), ressurgiu com os kits multimídia e jogos como Syberia e Phantasmagoria que utilizavam cenas filmadas como diferencial, e influenciou decisivamente na criação dos Survival Horror que tanto jogamos com Alone in the Dark, Resident Evil, Dino Crisis, etc.
Animações Random
Atualmente os adventures passam por uma excelente fase graças aos muitos jogos que têm saído, sobretudo para NDS e, mais recentemente, para Wii. Pode-se dizer que é tudo graças aos recursos que os dois consoles oferecem, algo muito próximo do mouse e teclado que até então tornavam os jogos praticamente exclusivos aos computadores. E é justamente de um jogo desse gênero que eu falarei ("ué, ainda não começou?" :O).
Phoenix Wright, ou Gyakuten Saiban no Japão, foi lançado originalmente para GBA já há algum tempo e continua recebendo novos episódios até hoje, já contando com quatro jogos, sendo os três primeiros para GBA (Phoenix Wright: Attorney at Law, Phoenix Wright: Justice for All e Phoenix Wright: Trials and Tribulations), e remakes dos três primeiros, mais um inédito pro NDS (Apollo Justice: Ace Attorney, que saiu este ano) e uma nova série recém anunciada (Miles Edgeworth: Perfect Prosecutor).
Bota na cabeça!
Você é Phoenix Wright, um advogado de defesa, e deve, bem, obter o veredito inocente para seus clientes. Para isso você precisará obter evidências, ouvir testemunhas, examinar o local do crime e, claro, gritar "Objection!" na corte várias vezes, hehe. Na verdade, pelo menos na versão de NDS, você realmente fala "Objection!", "Take that!" (quando apresenta uma evidência) e "Hold it" (quando pressiona uma testemunha) e o jogo reconhece. A história gira em torno de Phoenix, ou Nick pros íntimos, que é um advogado recém-formado ainda sob orientação de Mia Fey, a dona do escritório de advocacia. Aos poucos novos personagens são introduzidos, amigos e rivais de Nick. Cada caso é um caso (literalmente), mas uma história é construída sutilmente do começo ao fim, resultando no último caso onde vários elementos de todos os casos anteriores são relacionados. A versão de DS ainda inclui um caso bônus, onde as evidências podem ser examinadas sob diferentes ângulos, girando-as e aproximando-se com zoom. Por exemplo, a primeira evidência deste caso é uma carteira, examinando-a melhor você abre a mesma e descobre a identidade do dono.
Um pouco de Jazz
O jogo em si é muuuuito simples, gráficos sem grandes atrativos, talvez exceto pela semelhança a animes e artworks inusitadas; música muitas vezes ausente, exceto em partes-chave como o julgamento (aqui a música é realmente rox); e jogabilidade baseada em menus, sim, menus. Pra falar a verdade, o jogo é basicamente ler texto, o que pode ser pra maioria um tédio total e irão parar jogar nos primeiros 5 minutos. No entanto, há quem goste desse tipo de jogo, ou que simplesmente queira dar um tempo no "mais do mesmo" que impera atualmente.

4 comentários:
Jogos assim que são tr00
eh realmente esses tipos d jogos nao sao a minha praia...
mas pelo q eu li ele te da uma total liberdade d acoes... cada vez mais os jogos em gerais caminham pra isso... gracas a Deus ushuhuhuahuahauhua :D
Chance alta deu jogar esse jogo
HOLD IT!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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